Navegando em mares da pandemia
Num primeiro momento, tudo
era muito distante e pouco se sabia sobre o que estávamos prestes a
experimentar, ou quiçá acreditávamos na possibilidade, mas foi se aproximando,
aproximando... Veio a ordem da ciência:
era preciso ficar em casa, evitar contato físico, ou seja, não se aglomerar.
Sim, mas como ficar em casa? Para muitos, é possível ficar em casa com uma
certa tranqüilidade; para tantos outros, a rua é a casa, o lugar agora
proibido. Estamos no grupo que relativamente pode ficar em casa, trabalhar de
modo remoto... mas estávamos inquietas/os com a nova condição imposta. Daí,
emergiu a possibilidade de concretude desse momento, por meio da escrita
colaborativa e o convite foi feito por meio da seguinte pergunta:
-
Como estão as suas vivências (consigo e com suas relações) nesses tempos de
pandemia da covid-19?
As suas respostas, neste
espaço, poderão ser compartilhadas por meio de cartas, crônicas, contos, poesias,
nanocrônicas, imagens, diário, entre outros. A tônica dos textos é livre, maleável e
particular pode misturar tipologias e gêneros diversos para registrar o lógico
e o ilógico de aparentes banalidades, fantasias ou realidades relacionadas ao
momento que estamos experimentando.
A equipe

Realmente, é necessário a criatividade para passar por esse período difícil! Poesia é necessário! Eu não fiquei em casa, porque saio para trabalhar três a quatro vezes por semana, plantão em unidade de saúde! Peço sempre e agradeço à proteção Divina🙏🏾
ResponderExcluirNão sei se me conheço ou se me desconheço
ResponderExcluirMas, sei que a fé tem feito morada
Ainda que, as vezes, ela saia pra passear
Ela não deixa de voltar
Tudo vai melhorar
Parabéns pelo esse lindo texto👏👏
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